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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" CROMO 7 Zé da Ponte
Realmente no PS vai uma enorme confusão. Então este cromo não deveria estar também a assegurar o futuro? Ou melhor se calhar o Zé da Ponte está mesmo a assegurar o seu futuro e o dos seus. Como já eram muitos a estorvar-se na lista do Vitor Cabeçudo ele mudou de cavalo e apostou no Toninho de Braga. Está sempre bem. É vê-lo a bater-se pelo Toninho, a dizer mal do Cabeçudo e dos seus apoiantes. Aliás diz-me à boca fechada que é o autor de uma carta anónima a denunciar os negócios do Cabeçudo nos transportes urbanos. É sempre assim o povo tem razão. Zangam-se as comadres , sabem-se as verdades. Diz mal dos adversários, mas apela à unidade do PS. Se calhar também está à espera como o Huguinho que depois destas eleições haja umas primárias interna para a escolha do Candidato à Câmara. Ao Huguinho perdoa-se essa esperança já que é um ingénuo imberbe, mas ao Zé da PONTE, habituado que está a estes jogos palacianos, não se pode admitir que espere isso. Por isso Zé, continuo a pensar que para assegurares o teu futuro e o dos teus apostaste mal. Se a coisa corre mal bem podes apelar à unidade dos militantes do partido que a tua mama no mercado abastecedor já era. Ficas com a reforma e já é um pau. E também Zé, isto cá para nós que ninguém nos ouve. Não achas que já andas a mamar dos nossos impostos há tempo de mais?
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" CROMO 6 João O Pastorinho
Há várias razões que levam o Pastorinho dar todo o seu apoio ao Vítor Cabeçudo. Para além das razões de amizade e familiares, o João tem de Assegurar o seu futuro.
Nós sabemos como a vida está dificil, e por isso todas a migalhinhas são pouco para nos ajudar a suportar a crise. Acontece é que uns esfolam-se e matam-se com trabalho, outros mamam na teta dos impostos, e claro, nisso também têm imenso trabalho. É o que o Pastorinho anda fazendo há anos, a mamar no erário público. E o mais bonito é que está mesmo viciado na mama. Se não vejamos.
O rapaz começou a treinar na Junta de Freguesia de Gualtar. Pelos serviços prestados ao PS e pelas bocas que mandava... Sim porque o João Pastorinho é um grande papagaio, conquistou um lugar na vereação camarária. Cumpre os dois mandatos da praxe, ou foram três?! e fruto disso reforma-se. Toda a gente pensava que o Pastorinho ia arrumar as botas e gozar a reforma. Mas que nada. o João não é homem de ficar parado e como tinha ainda filhos pequenos para educar, num gesto de verdadeira abnegação e sentido do serviço público, volta ao seu lugar politico de origem, ou seja, ao cargo de Presidente da Junta de Gualtar. Só que o malvado do Sócrates troca-lhe as voltas e não o deixa acumular o valor da reforma com o miserável vencimento da Junta. Por isso põe em dúvida a sua continuação à frente dos destinos da sua freguesia. Intra-muros chamava de tudo ao Camarada Sócrates por o ter posto naquela situação. Mas temos que sofrer! Sabendo das dificuldades financeiras do Pastorinho, o avô Chico, reconhecendo o seu grande valor tratou logo de ver como o poderia ajudar nesta hora tão dificil que quase lhe causava uma depressão. Vai dái, sabendo da sua experiência em termos desportivos, já que tinha sido Vereador do desporto, pensa coloca-lo no Sporting de Braga como treinador adjunto de Manuel Cajuda. Porem alguem apelou ao bom senso do AVô Chico chamando-o à atenção para o fato do Pastorinho de futebol nada entender que não fossem umas viagens ao estrangeiro com a equipa dos Guerreiros do Minho e o lugar de relações públicas já estava ocupado. Lembrou-se então o Chico da Camarinha que estava vago um lugar na administração da Braghabit e como de casas percebia o Pastorinho , pois que até no verão parecia um caracol com a casa sempre às costas, mandou-o para lá e por la se encontra, acolitado nesta altura pelo Riquinho da Mourama, e fazendo um lindo par de mamões de impostos.
Nós sabemos como a vida está dificil, e por isso todas a migalhinhas são pouco para nos ajudar a suportar a crise. Acontece é que uns esfolam-se e matam-se com trabalho, outros mamam na teta dos impostos, e claro, nisso também têm imenso trabalho. É o que o Pastorinho anda fazendo há anos, a mamar no erário público. E o mais bonito é que está mesmo viciado na mama. Se não vejamos.
O rapaz começou a treinar na Junta de Freguesia de Gualtar. Pelos serviços prestados ao PS e pelas bocas que mandava... Sim porque o João Pastorinho é um grande papagaio, conquistou um lugar na vereação camarária. Cumpre os dois mandatos da praxe, ou foram três?! e fruto disso reforma-se. Toda a gente pensava que o Pastorinho ia arrumar as botas e gozar a reforma. Mas que nada. o João não é homem de ficar parado e como tinha ainda filhos pequenos para educar, num gesto de verdadeira abnegação e sentido do serviço público, volta ao seu lugar politico de origem, ou seja, ao cargo de Presidente da Junta de Gualtar. Só que o malvado do Sócrates troca-lhe as voltas e não o deixa acumular o valor da reforma com o miserável vencimento da Junta. Por isso põe em dúvida a sua continuação à frente dos destinos da sua freguesia. Intra-muros chamava de tudo ao Camarada Sócrates por o ter posto naquela situação. Mas temos que sofrer! Sabendo das dificuldades financeiras do Pastorinho, o avô Chico, reconhecendo o seu grande valor tratou logo de ver como o poderia ajudar nesta hora tão dificil que quase lhe causava uma depressão. Vai dái, sabendo da sua experiência em termos desportivos, já que tinha sido Vereador do desporto, pensa coloca-lo no Sporting de Braga como treinador adjunto de Manuel Cajuda. Porem alguem apelou ao bom senso do AVô Chico chamando-o à atenção para o fato do Pastorinho de futebol nada entender que não fossem umas viagens ao estrangeiro com a equipa dos Guerreiros do Minho e o lugar de relações públicas já estava ocupado. Lembrou-se então o Chico da Camarinha que estava vago um lugar na administração da Braghabit e como de casas percebia o Pastorinho , pois que até no verão parecia um caracol com a casa sempre às costas, mandou-o para lá e por la se encontra, acolitado nesta altura pelo Riquinho da Mourama, e fazendo um lindo par de mamões de impostos.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" CROMO 5 Nuno Cervejolas
Vi-o numa foto nos escadórios do Bom-Jesus. Juro que vi. Sei que em tempos foi um defensor de Marx, o tal que dizia que a religião era o ópio do povo. Portanto não estava no Bom-Jesus para rezar, muito menos para cumprir qualquer promessa, apesar de se encontrar nos escadórios.
Estava, isso sim para dar a cara pelo Toninho de Braga. Apostou nele para defender o tacho. Vamos vêr se não apostou no cavalo errado.
Mas também não há problema se isso acontecer O Nuno Cervejolas, além das capacidades de gestão que lhe granjearam, uma passagem de balconista da Caixa Geral de Depósitos, para a Administração da AGERE, também sabe gerir muito bem as suas amizades, e como agora apoia o Toninho de Braga, se a coisa correr mal dir-se-á um acérrimo adepto do Vitor Cabeçudo, que conhece aliás desde pequenino, e que já no berço lhe conhecia capacidades de liderança e lembra-se até de ter dito ao pai do Cabeçudo que o seu filho, ali deitado no berço, tinha um grande futuro à sua frente.
O Cervejolas tem essa capacidade. É um ser mutante. Fui do Partido Comunista ao Partido Socialista sem sequer dar por isso. Aliás costuma dizer que estão todos enganados. Ele nunca mudou de partido, porque o Partido Comunista e o Partido Socialista são a mesma coisa. Então o grande lider socialista Marocas Só Ares, não pertence ao partido comunista. Pelo menos o Cervejolas diz que tem uma fotocópia do cartão de militante comunista do Marocas.
Aliás o Nuno Cervejolas não entende porque é que anda toda a gente admirada por ele apoiar o Toninho de Braga. Responde ele que por uma questão de igualdade democrática. Na lista do Vitor Cabeçudo a secção familiar está já muito congestionada. Ele é pais e filhos a torto e a direito. Então ele resolveu pegar na filha e com ela pela mão fui apoiar o Toninho para que ele também tivesse gente na secção Pais e Filhos. Mas podem ter a certeza está sua atitude não tem nenhuma outra intenção que não seja. " Continuar o Presente e Assegurar o seu futuro e o da sua filha"
Estava, isso sim para dar a cara pelo Toninho de Braga. Apostou nele para defender o tacho. Vamos vêr se não apostou no cavalo errado.
Mas também não há problema se isso acontecer O Nuno Cervejolas, além das capacidades de gestão que lhe granjearam, uma passagem de balconista da Caixa Geral de Depósitos, para a Administração da AGERE, também sabe gerir muito bem as suas amizades, e como agora apoia o Toninho de Braga, se a coisa correr mal dir-se-á um acérrimo adepto do Vitor Cabeçudo, que conhece aliás desde pequenino, e que já no berço lhe conhecia capacidades de liderança e lembra-se até de ter dito ao pai do Cabeçudo que o seu filho, ali deitado no berço, tinha um grande futuro à sua frente.
O Cervejolas tem essa capacidade. É um ser mutante. Fui do Partido Comunista ao Partido Socialista sem sequer dar por isso. Aliás costuma dizer que estão todos enganados. Ele nunca mudou de partido, porque o Partido Comunista e o Partido Socialista são a mesma coisa. Então o grande lider socialista Marocas Só Ares, não pertence ao partido comunista. Pelo menos o Cervejolas diz que tem uma fotocópia do cartão de militante comunista do Marocas.
Aliás o Nuno Cervejolas não entende porque é que anda toda a gente admirada por ele apoiar o Toninho de Braga. Responde ele que por uma questão de igualdade democrática. Na lista do Vitor Cabeçudo a secção familiar está já muito congestionada. Ele é pais e filhos a torto e a direito. Então ele resolveu pegar na filha e com ela pela mão fui apoiar o Toninho para que ele também tivesse gente na secção Pais e Filhos. Mas podem ter a certeza está sua atitude não tem nenhuma outra intenção que não seja. " Continuar o Presente e Assegurar o seu futuro e o da sua filha"
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" CROMO 4 Riquinho da Mourama
Foi com o sangue na guelra, e a generosidade juvenil, que em 1974
o Riquinho da Mourama aderiu ao PS. Nessa altura só se apelidava de Moura, o Mourama
herdou-o da temporada que passou lá pela
mouraria.
Éramos assim nesses tempos, generosos. Deram-nos a Liberdade, e nós
esfomeados, sorviamo-la, como alguém que perdido no deserto encontra
um regato de água fresca. Alguns assim continuaram a defender a liberdade e a,
desinteressadamente, servir o povo. Outros como o Riquinho fizeram outra
escola, foram para a Mourama e aprenderam outras coisas. Fizeram cursos de
sindicalismo. Apareceram ao lado dos trabalhadores. Mas no entretanto,
começaram a perceber que isso da defesa dos trabalhadores era conversa fiada e
que era muito melhor deixar de ser trabalhador e viver à custa deles.
Com essa nova
filosofia aprendida lá pelas Lisbias, o Riquinho da Mourama, em 1989
assume um lugar na vereação da Câmara de Braga, ao lado do avô Chico. A partir
daí habituou-se a viver à custa dos impostos portugueses e no
maior espírito xuxilaista, na defesa das liberdades e do povo
trabalhador, arranjou sempre um tachito para lhe sustentar a vida ou reforçar a
reforma.
Depois de 2
mandatos de vereador da Câmara Municipal de Braga, reforma-se com 48 aninhos,
porque achava que já não estava em idade de voltar aos CTT. Como a reforma era
só de cerca de 500 contos o avô Chico sabendo da sua propensão para os passeios
ao domingo com a familia, achou que era a pessoa em Braga mais competente para
assumir a chefia da Comissão de Turismo Verde Minho, criada para garantir mais
um tacho, e para soltar o grito do Ipiranga da Comissão de Turismo do
Minho, sediada em Viana e liderada por um “Senhor”do maior entendimento, no que
diz respeito à cultura e tradições
minhotas, mas sobre o qual, o avô Chico não tinha qualquer ascendente nem
controlava. O Riquinho agarrou a oferta do avô Chico com as duas mãos, não se
importando sequer com o facto de o Chico da Camarinha, para lhe dar o lugar ter
posto na rua o Camarada Gomes dos Santos.
-Temos pena. Que fazer? Para os melhores cargos, os melhores e
mais competentes. E se nenhumas credenciais tinha o Riquinho para o desempenho
do cargo de Presidente de uma Comissão de Turismo, tinha uma que se sobrepunha
a qualquer outra. Era muito mais antigo no PS que o Santos e isso era tudo!
Só que não há bem que sempre dure… E o Porto que quer mandar nisto
tudo e tem poder, mandou o avô Chico às malvas e acabou com as Comissõeszinhas de Turismo.
O Riquinho ainda esboçou um tímido protesto por lhe acabarem com o
tacho, mas o avô Chico que já tinha negociado com o inimigo, rendendo-se
incondicionalmente, acalmou o Riquinho dizendo-lhe que se um tacho se racha
outro se perfila para o substituir. Afinal tachos é coisa que nunca faltará,
pois os bracarenses são generosos nos seus impostos. E se não forem generosos o
avô Chico encarrega-se de cobrar os IMIs pela taxa máxima, pois tem a
legitimidade que os bracarenses lhe dão de 4 em 4 anos.
E cumpriu o avô Chico. Aliás o avô orgulha-se de cumpri todos os compromissos
que assume. Vai daí temos o Riquinho da Mourama com um tachito na Braghabit, a
fazer não se sabe bem o que, mas a levar para casa todos os meses mais cerca de
quinhentos contitos para juntar à Reforma.
E sempre com a maior militância dá o peito na primeira fila para “Continuar
o Presente, assegurando o futuro”, se possível aumentando os proventos que a
vida está cara.
domingo, 27 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" Cromo 3-Palmirinha Vaiatodas
Um amor esta menina.Vereadora e socialista de alma. Jurava que o padrinho dela no partido era o Toninho de Braga, mas abandonou-o. Ela adaptou aquele dito popular: "amigos, amigos, mas cargos políticos à parte". E o cargo dela poderia estar em causa se apoiasse o Toninho e o Vitor Cabeçudo ganhasse. Está convencida que o Cabeçudo ganha... e ganha a Câmara e a Palmirinha está cheia de ser traída pelos correlegionários partidários que só lhe tem dado cabo da vida. a ela que vai mesmo a todas na defesa das hostes socialistas. Não é que quando ela se estava a preparar para se reformar, aparece o Sócrates com aquela lei maluca a impedir que os políticos se reformassem ao fim de dois mandatos? Ela não merecia isso por tudo o que fez por ele. Foi uma traição. Mas o que fazer... A um grande amor tudo se perdoa e a Palmirinha ama o PS acima de tudo.
É por isso que na esperança de que o Vítor Cabeçudo suceda na Câmara ao Avô Chico o apoia para assegurar o seu lugar de vereadora. Se assim não for que vai ela fazer da vida? Vai voltar à escola? Já não tem jeito nem paciência para aturar canalha por tão pouco dinheiro. Trabalhar como secretária no Posto Agrário também não está nos seus planos. Ninguém anda de cavalo para burro.
Embora saiba que apesar da sua dedicação, do partido pode contar com muito pouco, e está fora de causa chegar à Assembleia da Repúbica como lhe havia sido prometido quando assumiu a presidência das mulheres socialistas, o melhor mesmo é tentar agarrar-se à fralda do putativo futuro presidente da Câmara para assegurar o seu futuro com mais um mandato de vereadora
É por isso que na esperança de que o Vítor Cabeçudo suceda na Câmara ao Avô Chico o apoia para assegurar o seu lugar de vereadora. Se assim não for que vai ela fazer da vida? Vai voltar à escola? Já não tem jeito nem paciência para aturar canalha por tão pouco dinheiro. Trabalhar como secretária no Posto Agrário também não está nos seus planos. Ninguém anda de cavalo para burro.
Embora saiba que apesar da sua dedicação, do partido pode contar com muito pouco, e está fora de causa chegar à Assembleia da Repúbica como lhe havia sido prometido quando assumiu a presidência das mulheres socialistas, o melhor mesmo é tentar agarrar-se à fralda do putativo futuro presidente da Câmara para assegurar o seu futuro com mais um mandato de vereadora
sábado, 26 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" Cromo2-Nuno Al Poim Cambalhotas
Aqui onde o vêem é administrador das águas de Braga. e digo bem, das águas, no plural, porque tanto administra a água limpa que bebemos, como a água que sujamos. Isto é, tanto se lava como chafurda. É que embora apresente um ar lavadinho e incorrupto, sem fazer ondas ou dar nas vistas, é verdade que já há anos vive à custa dos nossos impostos. E essa propensão para viver à nossa custa é assumida.
Muitos de nós, inocentemente, temos a ideia que aqueles que se dedicam à coisa pública são dignos da nossa veneração e do reconhecimento dos cidadãos. Seria assim que se deveria entender o desempenho do cargo político. O problema é que não é assim e o Al Poim Cambalhotas é o exemplo do que digo. Assumiu que o bom mesmo é viver à custa dos contribuintes seja de que forma for
Muito jovem concorreu à Presidência da Câmara Municipal da Ponte da Barca, seu berço. Perdeu as eleições, mas como gostava muito dos seus conterrâneos e queria dar o melhor de si em prol do seu povo. Nunca mais quis saber da Barca e assegurou foi um lugarzinho de assessor politico na Câmara de Braga, onde vivia.
A partir daí nunca mais parou. Subiu, subiu, subiu na hierarquia camarária, onde pela mão do avô Chico chegou a vice-Presidente e seu substituto.
Como tinha facilidade em golpe de rins e era bom em cambalhotas, vivia com todos e não era contestado. Até porque era a referência intelectual do executivo camarário e seu único representante na classe dos inteligentes.
E assim continuou até ao dia em que o Vítor Cabeçudo decidiu que a Vice-presidência da edilidade teria de ser sua como preparação para a tomada do poder. Na sua qualidade de dono do PS Braga exigiu que o avô Chico dispensasse o seu delfim Al Poim. É que era notório que o Al Poim Cambalhotas seria o sucessor natural do Avô Chico.
Ao principio o Vítor Cabeçudo ainda pensou em mandar o Nuno para casa gozar a reforma, fazendo umas pescarias nas águas calmas do mar de Esposende. Porém como não é ingrato e se não admite concorrência na Câmara, também não gosta que lhe façam sombra na pesca, lá lhe arranjou uma ocupaçãozinha na administração da AGERE, de forma a afastá-lo dos seu caminhos.
O Al poim Cambalhotas embora contrariado, lá teve de aceitar o que lhe foi destinado, mas jurando que nunca perdoaria a ambição desmesurada do Vítor Cabeçudo, que considerava um individuo destituído de tudo o que fosse denotativo de inteligência.
Como aparece agora o reformado administrador das águas a apoiar o Cabeçudo para presidente da Câmara?
É como diz o povo na sua sabedoria: "Mais vale um pássaro na mão que dois a voar". Aí vai outra cambalhota, porque o melhor mesmo é Continuar o Presente para Assegurar o Futuro.
Muitos de nós, inocentemente, temos a ideia que aqueles que se dedicam à coisa pública são dignos da nossa veneração e do reconhecimento dos cidadãos. Seria assim que se deveria entender o desempenho do cargo político. O problema é que não é assim e o Al Poim Cambalhotas é o exemplo do que digo. Assumiu que o bom mesmo é viver à custa dos contribuintes seja de que forma for
Muito jovem concorreu à Presidência da Câmara Municipal da Ponte da Barca, seu berço. Perdeu as eleições, mas como gostava muito dos seus conterrâneos e queria dar o melhor de si em prol do seu povo. Nunca mais quis saber da Barca e assegurou foi um lugarzinho de assessor politico na Câmara de Braga, onde vivia.
A partir daí nunca mais parou. Subiu, subiu, subiu na hierarquia camarária, onde pela mão do avô Chico chegou a vice-Presidente e seu substituto.
Como tinha facilidade em golpe de rins e era bom em cambalhotas, vivia com todos e não era contestado. Até porque era a referência intelectual do executivo camarário e seu único representante na classe dos inteligentes.
E assim continuou até ao dia em que o Vítor Cabeçudo decidiu que a Vice-presidência da edilidade teria de ser sua como preparação para a tomada do poder. Na sua qualidade de dono do PS Braga exigiu que o avô Chico dispensasse o seu delfim Al Poim. É que era notório que o Al Poim Cambalhotas seria o sucessor natural do Avô Chico.
Ao principio o Vítor Cabeçudo ainda pensou em mandar o Nuno para casa gozar a reforma, fazendo umas pescarias nas águas calmas do mar de Esposende. Porém como não é ingrato e se não admite concorrência na Câmara, também não gosta que lhe façam sombra na pesca, lá lhe arranjou uma ocupaçãozinha na administração da AGERE, de forma a afastá-lo dos seu caminhos.
O Al poim Cambalhotas embora contrariado, lá teve de aceitar o que lhe foi destinado, mas jurando que nunca perdoaria a ambição desmesurada do Vítor Cabeçudo, que considerava um individuo destituído de tudo o que fosse denotativo de inteligência.
Como aparece agora o reformado administrador das águas a apoiar o Cabeçudo para presidente da Câmara?
É como diz o povo na sua sabedoria: "Mais vale um pássaro na mão que dois a voar". Aí vai outra cambalhota, porque o melhor mesmo é Continuar o Presente para Assegurar o Futuro.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Nova caderneta de Cromos "Continuar o presente, assegurar o futuro" Cromo1-Cândida Serra Picos
Hoje começamos a publicar uma nova caderneta de cromos bracarenses. Trata-se daqueles que vivendo há anos, à custa dos nossos impostos não querem de forma alguma deixar o tacho. Dizem-se porém xuxialistas e lamentam o desemprego dos jovens portugueses, esquecendo uma das mais básicas leis da física. É que onde está um corpo não pode estar outro e eles apesar de reformados estão a ocupar os lugares dos jovens.
Primeiro as Senhoras:
Cândida Serra Picos
Public Relations da maior simpatia. Em 1975 era praticamente a única militante socialista em Braga.
Nunca desempenhou nenhum cargo de visibilidade na Câmara Municipal, mas nos finais da década de 80, abandonou o posto de trabalho que lhe dava o ganha pão na Grundig, para assumir-se como uma das secretárias do avô Chico na Câmara. A partir daí nunca mais fez nada na vida, nem precisava porque o pãozinho era agora assegurado pelos munícipes bracarenses. Nunca mais fez nada é como quem diz, porque fez aquilo que sempre soube fazer: Espalhar simpatia. A Câmara ficou até mais triste quando subiu de categoria e foi colocada como vice-administradora dos transportes de Braga. Era um cargo para o qual possuía todas a habilitações, pois desde pequenina que usava os transportes públicos de Chaves. E de tal maneira desempenha bem a função, que apesar de se encontrar já aposentada, continua na administração da TUB.
É a consciência moral das mulheres xuxialistas de Braga. e é a versão feminina do avô Chico da Camarinha. Digamos que ela e o edil fazem o Par Modelo do PS Braga. E o Avô vai embora, mas ela está na luta. Na primeira fila como é seu timbre.
Primeiro as Senhoras:
Cândida Serra Picos
Public Relations da maior simpatia. Em 1975 era praticamente a única militante socialista em Braga.
Nunca desempenhou nenhum cargo de visibilidade na Câmara Municipal, mas nos finais da década de 80, abandonou o posto de trabalho que lhe dava o ganha pão na Grundig, para assumir-se como uma das secretárias do avô Chico na Câmara. A partir daí nunca mais fez nada na vida, nem precisava porque o pãozinho era agora assegurado pelos munícipes bracarenses. Nunca mais fez nada é como quem diz, porque fez aquilo que sempre soube fazer: Espalhar simpatia. A Câmara ficou até mais triste quando subiu de categoria e foi colocada como vice-administradora dos transportes de Braga. Era um cargo para o qual possuía todas a habilitações, pois desde pequenina que usava os transportes públicos de Chaves. E de tal maneira desempenha bem a função, que apesar de se encontrar já aposentada, continua na administração da TUB.
É a consciência moral das mulheres xuxialistas de Braga. e é a versão feminina do avô Chico da Camarinha. Digamos que ela e o edil fazem o Par Modelo do PS Braga. E o Avô vai embora, mas ela está na luta. Na primeira fila como é seu timbre.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Senhor D. Jortigoso. Bem prega Frei Tomás
O Senhor D. Jortigoso acabou de divulgar a sua mensagem para o o tempo da Quaresma que se aproxima. Nela apela a uma cultura de partilha no melhor espirito fraternal e aponta a proteção à Juventude.
Já por diversas vezes o Senhor de Braga, em homilias, discursos ou intervenções publicas apelou a estes princípios e se insurgiu contra o desemprego dos Jovens e a defesa dos desempregados e carenciados. Só lhe ficam bem estas coisas. A palavra de Cristo que ele representa ao mais alto nível, preconiza exatamente os grandes princípios da solidariedade e a defesa dos mais fracos.
Estaria pois o Arcebispo a cumprir com retidão a missão que lhe está confiada. Estaria, porque não está.
Em termos de prática D. Jortigoso fazendo jus ao seu nome, manda a teoria às ortigas e tem uma prática totalmente contrária àquilo que ele, com carinha de inocente prega, seguindo aquele aforismo do, olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço.
Ao Domingo, no púlpito da Sé denuncia a elevada percentagem de jovens desempregados, mas depois contrata para as escolas da Igreja, professores reformados que ficam a ganhar a dois carrinhos. Lamenta nos jornais que as igrejas da arquidiocese estejam degradadas culpando o povo por isso, mas não prescinde de receber o dinheiro das missas que se gerem nas freguesias e que poderiam reverter para a recuperação dos edifícios religiosos. Instrói os párocos a manter distância do poder cívil, dizendo-lhes que é necessário seguir a máxima de Cristo, de dar a César o que é de César e ao arcebispo o que é do arcebispo e em seguida solicita às Juntas ajuda para a recuperação de Igrejas e Capelas e arranjos nos adros.
Não entende o Senhor de Braga que numa terra há um só povo e que são as mesmas pessoas que numa comunidade zelam, usufruem e fazem parte das instituições dessa terra sejam religiosas ou civis.
A pregação não vale de nada se não for acompanhada de igual prática. Fica bem, é bonito e é cristão falar de solidariedade, apontar as desigualdades sociais e insurgir-se contra a fome dos mais pobres. Mas não passarão de palavras vãs, vazias de sentido e inconsequentes que só servirão para aflorar um sorriso de troça nos lábios dos ouvintes, se não forem acompanhadas de práticas condizentes.
Por isso Senhor D. Jortigoso não faça como o Frei Tomás, Faça o que diz para acreditarmos em si.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Ricardinho del Rio-O repetente- às três é de vez?
Insiste, insiste, insiste… Ricardinho del Rio volta às lides na guerra pela conquista da Câmara. Depois dos quase ganhou anteriores, às três pode ser de vez. Ainda se ventilou a hipótese de aparecer outro candidato das direitas. O Zé Manel Pica no Chão ainda se perfilou timidamente, mas o Ricardinho perfilou-se e não deu hipóteses. Nestas coisas de teimosia ninguém o bate.
Não ia ele agora perder a oportunidade. Afinal o Chico da Camarinha que “quase perdeu”, mas lhe deu coça nas últimas duas vezes, fica fora da luta. Depois os putativos oponentes do PS, ainda não se sabe bem quem são e já andam todos à bordoada na luta pelo poder. Por isso a maré está boa para finalmente chegar ao poleiro.
E não é preciso ter muito trabalho, o programa está feito desde há 8 anos, velho de 8 anos digo eu, porque as ideias que se dizem novas continuam as mesmas. Deixa-me vêr se ainda me lembro delas. É que este alzheimer começa a atacar-me as lentes, mas sempre me recordo de algumas… O apoio às Coletividades, Associações e Clubes Desportivos, a requalificação do Rio Este, a oferta cultural, a requalificação do Centro Histórico, a devolução de Braga aos bracarenses… Ah! Agora há uma nova. A defesa das Sete Fontes.
Como se vê é tudo novo a cair de velho. É um disco riscado de tanto tocar. É um pressagiar agoirento de que, agora nós para fazer do mesmo. Continua tudo no campo das ideias já gastas, mas sem nos dizerem, a nós eleitores o quê e o como.
Qual é a proposta para o Rio Este. O que querem fazer dele? Vão continuar a esconde-lo com vergonha ou vão criar condições para que os bracarenses usufruam dele? E como vão fazer isso, qual é o plano?
Vão aumentar a oferta cultural? Boa! Mas o que nos vão “dar” concretamente. Continuaremos a ter cultura de elites que só alguns usufruem e continuaremos a vedar o acesso da arte popular aos grandes palcos de Braga.. Sabem que a Câmara de Braga já teve em tempos e em tempos do avô Chico, uma casa da Cultura que apoiou coletividades teatrais e outras manifestações culturais que levaram a que tivessem surgido no concelho variados grupos de teatro popular, ranchos folclóricos, estúrdias musicais, etc… Pois esta grande ideia foi abandonada e da casa da cultura o que resta é um conjunto de gabinetes anexos à vereadora da cultura que só servem praticamente para pagar ordenados.
E depois, qual é o plano para a requalificação do Centro histórico? Qual o objetivo? É reconstruir e recuperar as casa para meter la gente. Querem fazer do Centro Histórico um dormitório, ou uma área dinâmica com oferta variável, com zonas culturais, de diversão e de interesse turístico. Deixo até aqui uma ideia inovadora. Sim porque eu às vezes também tenho ideias. Porque não planear na recuperação do Centro Histórico a instalação de uma rua com trabalhadoras do sexo, vulgo rua das putas. Acho que se mantinha a tradição e seria uma mais valia turística a exemplo de grandes cidades europeias.
E por falar em turismo. Braga tem história, tem gastronomia, tem monumentos, tem paisagem e tem tradições. Ninguem põe nos seus programas estratégias para vender essas coisas aos tipos da nota que há por essa europa fora e que gostam destas coisas?
Não ninguém fala em nada de novo, embora se apresentem como detentores de ideias novas. O que interessa é bater no avô Chico pelo cimento que trouxe à cidade. Da forma que os vejo vociferar, por vezes até tenho medo que chegados aos poder camarário, contratem uma empresa de implosão e reduzam a cidade a escombros.
Portanto põe te fino Ricardinho del Rio, porque de outra forma ficas a ver a cadeira da Câmara aqui pelo canudo, apesar do meu voto.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Cromos III- Tone da Sé o intelectual
O rapaz põe uma gravata e assume o ar de intelectual. É vê-lo vomitar despachos apoiados em leis de que nem ouviu falar, mas que ele garante terem suporte legal. E fá-lo em qualquer lugar. Na rua, na praça pública, na rádio onde lhe dão vós é ouvi-lo gritar, sim porque o Tone não fala, grita, leis atrás de leis para sustentar as suas opiniões. É que o Tone opina sobre todas as matérias e fala com propriedade do que sabe e do que não sabe. Se alguém põe em dúvida o seu saber, logo o Tone cita uma lei que imediatamente deita por terra a dúvida do interlocutor. O Tone é assim: Pão pão… queijo queijo. E ainda está para nascer quem lhe faça o ninho atrás da orelha. É comunista sim senhor! E depois… Por isso é que defende o povo e por isso é que o povo lhe deu o tacho de presidente. Não sei onde o povo o foi descobrir, mas que o representa dignamente é verdade sim senhor. Em qualquer lado, intervém sempre na defesa do povo. Na Assembleia Municipal participa em todas as sessões com intervenções de fundo. Mais que uma vez durante as sessões se levanta e exclama: Eu também estou aqui!
O Tone é mesmo assim se alguém não dá pela sua insignificância ele logo protesta chamando a atenção para a sua presença que ele, só ele, acha ser muito importante. Afinal ele é um digno representante do povo e faltas de consideração ao Tone são anticonstitucionais.
Agora há um defeito que o Tone tem. Sendo muito bom nas leis parece que é uma desgraça em contas. Mas como o outro que diz não se pode ser bom em tudo.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Cromos III - Pedrito dos Sousas O Jurista
Pedrito dos Sousas é, na definição do pai, um rapaz de muito valor.
E o patriarca do clã dos Sousas, Vitor Cabeçudo, tem razões para afirma-lo.
O rapaz que, no bom estilo socrático, se intitula advogado ou jurista, conforme a situação, anda há mais de 9 anos para acabar o Curso de Direito na UM, mas isso, para ele, também não tem importância nenhuma. Bem cedo concluiu que o título académico dá jeito, mas o melhor mesmo é ter um cartão partidário para subir na vida.
O progenitor pensava o mesmo, pois de há muito que vivia da politica. Fora até já vereador da Câmara, mas o avô Chico da Camarinha cortou-lhe as asas quando percebeu que o Vitor Cabeçudo tinha ambição para altos voos e se podia tornar perigoso para ele. Remeteu-o por isso à anterior condição de dono dos autocarros onde os seus voos eram mais terrenos. O Cabeçudo engoliu a desfeita, mas ficou com ela atravessada, pensando na estratégia que o colocasse novamente no lugar a que tinha direito tal era a sua dedicação ao partido.
A oportunidade surgiu pela mão filho. Palrador nato, de relacionamento fácil, com o sangue juvenil na guelra e com a inconsciência que o caracteriza e lhe permite emitir como verdadeiras as maiores barbaridades, aproveitou a universidade para atingir um cargo na Associação Académica. A partir dai tornou-se numa espécie de missionário/pastor a arrebanhar “alminhas” que é como quem diz, aderentes ao cartão rosa.
Dando como exemplo o seu Guru Pinto de Sousa (outro Sousa), o senhor inginheiro que com o canudo tirado ao domingo de manhã, tinha chegado a chefe da aldeia, por causa daquele cartão mágico, não foi difícil convencer as ovelhinhas da UM a assinarem a proposta de adesão e a ficarem eternamente gratos ao Grande Jurista por lhes dar esta oportunidade.
O partido rosa em Braga ficou a abarrocar de militantes. Nunca outra se houvera visto. Os chefes abanavam a cabeça e reconheciam que aquilo que o pai dizia dele era mesmo verdade. O rapaz tinha grande valor e merecia lugar de destaque nos empregos partidários.
Contra vontade do filho, o Cabeçudo ainda sondou o avô Chico para arranjar um lugarzito na autarquia para o Pedrito exercer nas horas vagas. Não era conveniente um lugar de cumprir horário, pois o rapaz ainda tinha de acabar o curso de Direito, mas uma coisa leve de acordo com o seu valor, só para ganhar uns tostões para os alfinetes. Claro que o avô Chico que vê mais com um olho fechado que os outros com dois abertos, recusou, pois sabia que isso ia dar bronca, mas sempre prometeu interceder por ele para outros serviços.
Só que o Clã dos Sousas estava mesmo cheio do Avô Chico, viu o momento de lhe fazer a cama e preparar o assalto ao poder muito despercebidamente e com toda a democracia. Sim porque os Sousa são uns convictos democratas e grandes defensores de Braga que são dons de família, já que os Sousas se arrogam descendentes do grande Mendo de Sousa soldado de D. Afonso Henriques.
O Clã Sousa perfilou-se. Com os votos das ovelhinhas que o Jurista tinha arrebanhado na UM, tomou os órgãos diretivos do PS-Braga. Primeiro a concelhia, depois a concelhia juvenil, a seguir a Distrital juvenil… enfim o partido em Braga ficou nas mãos dos Sousas. Agora era o patriarca Cabeçudo que ia ditar as leis. E foi! Nas Autárquicas de 2009, quando o avô Chico se preparava para fazer a sua lista de vereadores concorrentes à Câmara e excluir dela a Titia Paulinha Moralizadora, apareceu chefe do Clã dizendo:
-Alto e pára o baile! Quem manda no partido sou eu. Portanto eu vou na lista como vice-presidente e a Titia vai em lugar elegível. Se assim não for pode ser que eu em vez de ir como vice, vá já como presidente.
O avô Chico engoliu em seco, ou melhor engoliu a Titia e aquela de Vice-presidente.
Estava montado o cenário para no novo capitulo que é a tomada da Câmara pelo Clã Sousa.
O Jurista para ocupar o tempo livre e dado o seu enorme valor foi promovido a adjunto do Governo Civil , enquanto o papá fazia de conta que já é presidente da Câmara.
Mas como sempre nestas coisas, já há problemas internos no CLÃ. O Jurista acha que todos lhe reconhecem o enorme valor e como agora se encontra no desemprego, pensa que o seu lugar é na cadeira da presidência da edilidade. O pai acha que essa cadeira dourada lhe pertence por direito e não está disposto a continuar como vice. Diz ele que não quer morrer sem sentar o rabinho em cima dos bracarenses.
Vamos vêr no que dá esta discussão interna entre os Sousas.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Série Cromos III- Rui Barreirinhas o Social
Rui Barreirinhas jura que é um interessado pelas questões sociais, desde que nasceu. Ainda no berço contribui para a implementação da lei da amamentação, destinada às mulheres trabalhadoras, com filhos em idade de mamar. E por essa propensão e por tal ato, ao longo da vida nunca mais deixou de chupar na teta. Tem mudado várias vezes de teta, mas mantém o vicio Ora agora mama na segurança social, depois mama na assembleia da república como assessor, mamando atualmente no Centro Distrital de Braga da Segurança Social, como Diretor.
O Barreirinhas deitou o canudo jurídico fora porque esse não lhe dá mama e optou por exibir, para além daquela luta infantil pela defesa da mama, o canudo amarelo/azul do CDS/PP, que lhe abre com maior facilidade o acesso às melhores leitarias.
Não interessa que o individuo tenha ou não experiência, saiba ou não o que vai fazer, tenha ou não ideias para o cargo que vai desempenhar, basta que tenha o “diploma”, vulgo cartão de sócio do partido, e todas as tarefas se tornam fáceis, que é como quem diz todas as mamas se desnudam.
Sabemos que esta nomeação agradou a uns e dececionou outros. Os antigos mamões rosas não concordam com estas nomeações politaicas, os de canudo azul/amarelo exulta de contentes gritando "Agora a mama é nossa!"Os angariadores profissionais dos subsídios sociais, contam já espingardas, perfilam e requalificam as suas opções politicas. Rasgam os cartões rosa e dizem-se simpatizantes do ministro da lambreta desde que se conhecem, pois sabem que os códigos das portas do edifício da praça da Justiça foram mudados e há que adquirir o cartão com os novos códigos para que as portas se continuem a abrir, e eles possam continuar ter acesso à mama.
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